segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Crises

Semana passada, iniciamos duas colunas semanais, Cidadania e Economia. Divulgamos matérias em publicadas e os pontos de vistas de seus autores. Não esmiuçamos as matérias, porque citamos as fontes para que o próprio leitor possa realizar a busca e assim, extrair o que lhe convém.

Enfatizamos de forma sucinta, os pretextos das partes envolvidas nas matérias, para evidenciar o que definimos como “o ponto x da questão”, ou seja, a real intenção. Os temas permanecerão em destaque na mídia devido o atual momento que vivenciamos. Na coluna de Cidadania destacamos dois links. Um, para o conteúdo de uma matéria publicada por uma revista, complementado o que já foi divulgado na coluna. Outro, para incentivar o exercício prático de cidadania e a participação na pesquisa de percepção ambiental.

Como salientamos no Editorial anterior, não queremos ser repetitivos do que se fala e divulgada pela mídia, mas sim, mostrar pontos distintos para que o leitor possa ter a sua própria conclusão, após a sua análise. Se houver postagem, comentando o conteúdo da nossa divulgação, então, seguiremos com o tema expondo mais detalhes. Esse é o nosso objetivo, estimular a busca da informação para debater com conhecimento de causa e não passar informação detalhada, com um ponto de vista simplesmente narrada, sem incentivo de esmiuçá-la. Sejamos sóbrios, curiosos, detalhistas no que ouvimos e lemos, para enfim, expressar com clareza nossas ideias.

Atualmente a mídia dar destaque para as crises (água, elétrica, economia...) e não se propaga que especialistas já alertaram com antecedência essa realidade, porém, nenhuma providência por partes dos governantes foi exequível. Uma recente pesquisa divulgada sobre a necessidade da cidade de São Paulo se organizar, executar medidas e políticas públicas essenciais, para se preparar para a sua realidade prevista em 2030. Comprova o que há muito já se falou sobre esse assunto, porém, até o momento a inércia dos governantes permanece. Talvez, com a divulgação dessa pesquisa algo possa ocorrer. Mas, se tratando de Brasil, onde povo e governo se complementam para manter o atual quadro de estagnação, fica a dúvida. Será que vamos ter que pagar por mais esse descaso? Sinceramente, esperamos a mobilização popular para exigir da classe política e dos órgãos responsáveis.

Quem sabe, ocorra a mudança necessária nesse cenário fatídico. No próximo editorial, abordaremos sobre o Movimento Separatista, que de novo não tem nada, até porque ocorre com frequência no Brasil, em menor proporção.

Obrigado por sua leitura!